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HPI — High Tech Professions Institute

Arquitetura de CRM

Arquitetura Salesforce e CRM que suporta
a organização mesmo daqui a dois anos.

Planeamento arquitetónico completo — Solution, Data, Security, Automation, Integration e Environment — para que o sistema funcione hoje e possa continuar a crescer.

Para quem é o serviço

Quando é que é o momento certo para trazer um arquiteto Salesforce

  • Organizações que planeiam a primeira implementação de Salesforce.
  • Sistemas existentes que perderam a ordem e a arquitetura claras.
  • Organizações que planeiam integrações profundas com ERP, finanças ou BI.
  • Equipas de CRM que querem reduzir a dívida técnica antes de uma nova fase.

Problemas que o serviço resolve

Os sinais de que o sistema perdeu a sua arquitetura

Campos que se acumularam sem modelo

Após dois a três anos, cada departamento adicionou os seus próprios campos. O resultado: objetos com mais de 300 campos, relatórios não fiáveis e automações que falham. A arquitetura define a propriedade, as regras de adição e o ciclo de vida de cada campo.

Automações que se contradizem umas às outras

Flow, Process Builder e Trigger a correr em paralelo no mesmo evento. Unimos para uma camada de automação com uma ordem de execução previsível.

Permissões que se tornaram uma falha de segurança

Perfis que foram abertos 'temporariamente' há dois anos e permaneceram abertos. Construímos um modelo baseado em Permission Sets e funções reais.

Integrações sem proprietário

Quando alguém sai, ninguém sabe como funcionam. A arquitetura inclui documentação, registos e responsabilidade clara para cada conexão.

Camadas

As camadas de arquitetura que iremos planear

Solution Architecture

Alinhamento entre os processos centrais da organização e os produtos Salesforce, incluindo a priorização do que entra na primeira versão e o que fica para fases futuras.

Data Architecture

Modelo de objetos e relações, fontes da verdade, regras de qualidade de dados e um plano para limpar e unificar registos existentes.

Security & Sharing

Perfis, funções, grupos públicos, modelo de partilha, campos protegidos e política de acesso a informações sensíveis.

Automation Architecture

Escolha consciente entre Flow, Apex e automações assíncronas, evitando automações paralelas no mesmo evento.

Integration Architecture

Direções de fluxo, técnicas (REST, Events, Middleware), tratamento de erros e registos para integrações de negócios críticas.

Environment & Release

Estrutura de Sandboxes, método de trabalho para implementações, backups, gestão de versões e operações de manutenção contínuas.

Princípios de Trabalho

Princípios que guiam cada decisão

  • Configuração antes do código — desenvolvimento personalizado apenas quando não há uma forma mais simples.
  • Cada alteração arquitetónica é documentada e aprovada.
  • Um modelo de permissões simples e claro, mesmo que à custa de alguma flexibilidade.
  • Não há duas automações a decorrer em paralelo para o mesmo evento.
  • Cada integração inclui um registo, tratamento de erros e um âmbito de responsabilidade claro.
  • Uma nova implementação passa por Sandbox antes de Produção.

Environments

Estrutura de ambientes recomendada

Developer

Para o desenvolvimento diário, livre de dados reais.

Integration / QA

Para testes de sistema e testes de integração entre componentes.

UAT

Cópia com dados simulados de produção para testes de aceitação do utilizador.

Staging / Pre-Prod

Ambiente de ensaios para Go Live e correções de Hotfix.

Production

O ambiente de produção, apenas com um processo de implementação ordenado.

Ponto de decisão

Submeter a sua arquitetura para revisão

Uma breve conversa ajuda a entender se é necessário um novo design de arquitetura ou um Refactor específico para componentes críticos.

Considerações para a decisão

Quatro decisões que determinam a estabilidade do sistema

Multi-Org ou Single-Org

Quando é que uma separação para uma organização separada é preferível a uma utilização inteligente de Record Types e Sharing? Uma decisão com implicações a longo prazo.

Master Data Management

O Salesforce é a Fonte de Verdade para os clientes, ou a verdade reside no ERP? A resposta determina a direção do fluxo de cada integração.

Estratégia de Automação

Quando Flow, quando Apex, quando Platform Events. Uma escolha errada cria um sistema difícil de manter.

Política de Campos Personalizados

Quem está autorizado a adicionar um campo e através de que processo. Sem essa política, qualquer sistema enche-se de campos desnecessários dentro de um ano.

O que vai receber

Resultados possíveis do serviço

Documento de Arquitetura

Solution + Data + Security + Integrations, com um nível de detalhe que permite o desenvolvimento.

Mapa de Integrações

Sentidos de fluxo, técnica, tipo de evento e cenários de falha para cada conexão essencial.

Modelo de Dados

Objetos, relações, campos chave e regras de qualidade iniciais.

Modelo de permissões

Perfis, funções e política de partilha que se adequam à estrutura da organização.

Erros comuns

Padrões a evitar

  • Dar a cada departamento o seu próprio modelo de dados, sem uma visão organizacional abrangente.
  • Construir automatizações em Flow e código simultaneamente no mesmo evento.
  • Implementar diretamente para Produção sem passar por um Sandbox.
  • Deixar perfis "temporários" com All Modify Data e não voltar a eles.
  • Desenvolver uma integração pontual sem documentá-la - torna-se uma caixa preta em meses.

27. Perguntas frequentes

Arquitetura de CRM — Perguntas Frequentes

Uma arquitetura de CRM completa inclui Arquitetura de Solução, modelo de dados, modelo de permissões, estratégia de automação, arquitetura de integrações e gestão de Ambientes e implementações. Cada camada é documentada, acordada e mantida por uma equipa que não a construiu necessariamente.

O próximo passo

Quer planear a arquitetura antes de começar a desenvolver?